_________________________________________________f*ck caravaggio and chopin______________________________________

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This is my state. This is where I live. This is everything you need to know about me .
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For life is quite absurd
And death's the final word
You must always face the curtain with a bow
Forget about your sin - give the audience a grin
Enjoy it - it's your last chance anyhow
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So always look on the bright side of death
Just before you draw your terminal breath
Life's a piece of shit
When you look at it
Life's a laugh and death's a joke, it's true
You'll see it's all a show
Keep 'em laughing as you go
Just remember that the last laugh is on you
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And always look on your bright blue bag
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{love art & whistle}

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______________________________________________________f*ck yoga_______________________________

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Ludo-puzzle; a partir dos ftgr. de Zabriskie Point, de Michelangelo Antonioni + Inception, de Christopher Nolan + Filme do Desassossego do grande senhor João Botelho.

. .Puzzles de fotogramas de

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This is my state. This is where I live. This is everything you need to know about me
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__________________________________________________acidez noctambular____________________________________________

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#Refeição nua, em série.
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Desta vez arranjámos cocaína. Injectem-na na artéria principal! Pode-se-lhe sentir o cheiro frio e agradável no nariz e conseguir depois uma onda de gozo que invade todo o cérebro, estabelecendo as ligações devidas. A cabeça estala em explosões brancas. Dez minutos mais tarde apetece-nos outra injecção... se for preciso atravessa-se a cidade de uma ponta à outra, a pé, para a conseguir. Mas se a tentativa sair frustrada come-se, dorme-se e esquece-se essa necessidade.


É meramente um desejo ditado pelo cérebro, uma necessidade que não está interligada aos sentidos ou corpo, uma necessidade fantasmagórica, ectoplasma rançoso varrido por um velho junky quando tosse e vomita na manhã doentia.


Há uma manhã em que se acorda e se tomam anfetaminas. Fica-se a planar. Polícias de 1890 com bigodes pretos trancam as portas e debruçam-se nas janelas arreganhando as tachas e com cabeças cobertas de emplastros azuis e dourados. Há junkies que atravessam o compartimento entoando a marcha fúnebre de Moslem, levando aos ombros o corpo de Bill Gains, e as marchas deixadas pelas picadas da seringa têm um brilho de um azul-pálido. Detectives esquizofrénicos indigitados para a tarefa metem o nariz no penico.

São as más viagens da cocaína... Sentem-se e descontraiam-se e tomem uma boa injecção. Dia dos defuntos: injectei-me e comi o cerebrozinho de açúcar do meu pequeno Willy. Ele gritou e tive de sair para ir buscar outro. Passei pelo bar onde deram cabo dos miolos do livreiro Jai Lai.(...)
O estudo das máquinas de pensamento ensina-nos mais sobre o cérebro, do que conseguimos aprender por métodos de introspecção. O homem ocidental exterioriza-se sob forma de dispositivos. Já alguma vez se injectou na artéria principal? Produz-se uma reacção directa no cérebro, activando ligações de puro prazer. O prazer da morfina é visceral. Depois de uma injecção ouvimos o que se passa no nosso íntimo. Contudo a cocaína corresponde a uma passagem de electricidade através do cérebro e a necessidade de [vitamina] «C» é unicamente do cérebro e nada tem a ver com o corpo ou sentimentos. O cérebro carregado de «C» é uma máquina mecânica frenética que dispara orgasmos eléctricos de luzes azuis e cor-de-rosa. O prazer da «C» poderia ser sentido por uma máquina de pensamento. O desejo de «C» dura apenas algumas horas, durante o tempo em que os canais de «C» são estimulados. É evidente que o efeito da «C» apenas se poderia produzir por uma corrente eléctrica com a finalidade de activar os canais da «C» ...


Assim, pouco depois os canais desgastam-se tal como as veias e o viciado tem de descobrir outros. Uma veia pode-se sempre apanhar a devido tempo e mediante perita rotação de veias, um junky pode sempre prolongar o prazer se o desgaste não for demasiado. Contudo, as células cerebrais não se renovam uma vez eliminadas, e quando o viciado deixa de dispor de células cerebrais fica numa situação lixada.


Na linha de horizonte destaca-se o panorama de idiotas nus, acocorados em cima de ossos velhos, excrementos e ferro velho. Rodeia-os o silêncio absoluto - têm os centros da fala destruídos - à excepção do ruído das faíscas e da carne macerada a que aplicam eléctrodos ao longo da espinha. No ar, imóvel, paira o cheiro a carne queimada. Um grupo de crianças atou um idiota a um poste de arame farpado, põe-lhe uma fogueira entre as pernas e fica a observar o espectáculo com curiosidade animalesca, até que as chamas lhe lambem as coxas.A carne estremece sob o fogo numa agonia de insecto moribundo.


Como é hábito, estou a entregar-me a devaneios. Debruçando-me sobre conhecimentos mais exactos da electrónica do cérebro, a verdade é que as drogas continuam a ferramenta essencial do interrogador no ataque que faz à identidade pessoal do indivíduo (...) in Alucinações de um drogado de William Burroughs.
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__________________________________________________you know something?_______________________________________

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Freud and Jung suck.
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____________________________________________________f*ck minimalism________________________________________

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A partir da criação/doc. Comer o Coração de Vera Mantero e Rui Chafes, 2004.
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Assaltou-o várias vezes, de entre tantas que foram, ficava em silêncio c/ medo de ser apanhada. Com o tempo foi abrindo de mão beijada o tesouro valioso que guardava. Hoje assume-o. Reconhece-o. Trata-o na 2ª pessoa. Libertou-o. É livre.

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És tu, Amor - digo eu.

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__________________________________________________antologia da paixão________________________________________

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..---¨¨...suspensão.---¨¨...

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inspirado, tocado, por minha nossa senhora de Feist

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Antologia s. f.

antologia
(grego anthología, -ae)

1. Bot. Parte da botânica que estuda as flores.
2. Fig. Colecção !Coleção escolhida de trechos em prosa ou verso; selecta !seleta; crestomatia. in Priberam
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_______________________________________________________f*ck design_____________________________________________

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Ateliers de Pollock; Francis Bacon; Vieira da Silva, e Patti Smith respectivamente.

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This is my state. This is where I live. This is everything you need to know about me
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___________________________________________a minha alma não dança c/ os números__________________________________

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http://www.youtube.com/watch?v=cB46mn8Exd8_____________________________________
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________________________________________________op. cit.__________________________________________

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Shuuu...


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___________________________________________________âmago# 8___________________________________

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This is where it happened



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- I went there one day on my own, and I return from time to time. It's the Buttes-Chaumont. I like this place because it's empty and wild.
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_________________________________________________efeméride quotidiana______________________________________________

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Um dia, quando for grande quero Ser.


Morrer grande_______ um dia_______ para depois.
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____________________________________________________the meaning of life______________________________________

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#Do interior


All along the eastern shore put your circuits in the sea, this is what the world is for: making electricity; you can feel it in your mind...oh you can do it all the time plug it in and change the world you are my electric girl
I said ooh girl shock me like an electric eel, baby girl turn me on with your electric feel.
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[poção mágica].


_______________________________________________________29th round_______________________________________________

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Everlast since 23-11-1981 .
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____________________________________________________lar-doce-lar_____________________________________________

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(...)Recebo-te por meu esposo e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida, até que um viúvo rico, ou o contraceptivo mais eficaz, nos separe (...)
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________________________________________________you know something?_______________________________________________

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Freud and Jung suck.
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____________________________________________________âmago#7__________________________________________________

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This is where it happened

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- Já usei os cabelos compridos e tinha um sorriso diferente; hoje tento reconhecer a minha imagem em que desenho sardas aplicadamente e revejo essas memórias.

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_____________________________________________you know something?______________________________________________

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Freud and Jung suck.
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_______________________________________________chuva (fauna vs. flora e afins)_________________________________________

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Só os peixes respiram debaixo-d'-água.
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___________________________________________you know something?_________________________________________________

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Freud and Jung suck.
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________________________________superação quotidiana ou quando o particular e o universal coincidem________________________


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#Constelações, a partir do excerto de «tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura»


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Se a arte tem como destino eleito as nuvens, o meu corpo também.
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___________________________________________________ da tua pinta_____________________________________________

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# Em série.(..
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_________________________________________________salmo da sobrevivência______________________________________

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O "cântico dos cânticos" de fim-de-tarde de domingo, a partir da obra de Michael Borremans.

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(...) Tudo na vida é efémero até a morte. Terei que matar, e morrer, e viver, e matar, e morrer outra vez (...).
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__________________________________________________yes, we blue_____________________________________________________


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Feed me (I'm new here).
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I see skies of blue... and clouds of white

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the bright blessed day... the dark say good night

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and I think to myself... what a wonderful world...

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Feel me (I'm new here).

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_________________________________________________you know something?____________________________________

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Freud and Jung suck.
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______________________________________________you know something?________________________________________

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Freud and Jung suck.
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_____________________________________________________indigitar___________________________

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This is where it happened.

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Fetishcracy is a well succed political form of government in which governing power is inspired by E.T. finger light.

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______________________________________________you know something?______________________________________________

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Freud and Jung suck.
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________________________________________________soneto noctambular______________________________________

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Barbary Castle clump, spring, 1974, por Fay Godwin.

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Me falta tiempo para celebrar tus cabellos.
Uno por uno debo contarlos y alabarlos:
otros amantes quieren vivir con ciertos ojos,
yo sólo quiero ser tu peluquero.
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En Italia te bautizaron Medusa
por la encrespada y alta luz de tu cabellera.
Yo te llamo chascona mía y enmarañada:
mi corazón conoce las puertas de tu pelo.
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Cuando tú te extravíes en tus propios cabellos,
no me olvides, acuérdate que te amo,
no me dejes perdido ir sin tu cabellera
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por el mundo sombrío de todos los caminos
que sólo tiene sombra, transitorios dolores,
hasta que el sol sube a la torre de tu pelo.

Pablo Neruda
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_________________________________________________you know something?___________________________________

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Freud and Jung suck.
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_________________________________________________redenção noctambular_____________________________________

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Why do (: oui :) create?


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«to drive back the beast», Nabokov.


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«to get out of the chaos», Michaux.



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«to be loved«, Genet.
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_________________________________________________impressão quotidiana__________________________________________

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Esquissos de Felipe Oliveira Baptista, 'criador de moda' .



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Chapitre IVème :
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LA MODERNITÉ

Ainsi il va, il court, il cherche. Que cherche-t-il ? À coup sûr, cet homme, tel que je l’ai dépeint, ce solitaire doué d’une imagination active, toujours voyageant à travers le grand désert d’hommes, a un but plus élevé que celui d’un pur flâneur, un but plus général, autre que le plaisir fugitif de la circonstance. Il cherche ce quelque chose qu’on nous permettra d’appeler la modernité ; car il ne se présente pas de meilleur mot pour exprimer l’idée en question. Il s’agit, pour lui, de dégager de la mode ce qu’elle peut contenir de poétique dans l’historique, de tirer l’éternel du transitoire. Si nous jetons un coup d’œil sur nos expositions de tableaux modernes, nous sommes frappés de la tendance générale des artistes à habiller tous les sujets de costumes anciens. in Le Peintre de la Vie Moderne, Charles Baudelaire.
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_____________________________________________i have a dream # 2______________________________________________

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Paradigma love-hate: Kierkegaard vs. Sócrates
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Tão simples quanto este: que surja, entretanto, um Kierkegaard capaz de f*der Sócrates como ninguém, c/ ovários suficientes para fazer da ética & singularidade da existência humana bandeira de campanha nas próximas legislativas...
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___________________________________________________i have a dream________________________________________

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# Sob o signo do sol, pormenor do pontilhismo-divisionismo pré-impressionista de Seurat, Musée d' Orsay, Paris.

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« A multidão é a mentira. É por isso que, no fundo, ninguém despreza mais a condição do homem do que aqueles que fazem profissão de estar à frente da multidão (...). Só existe uma qualidade: a individualidade». in Post Scriptum Final Não-científico às Migalhas Filosóficas de Søren Kierkegaard
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(...) Os acontecimentos deste romance ocorreram no final da década de sessenta. Em Paris, vibravam os gritos de Maio, as utopias desciam os boulevards, arremessando pedras aos duros capacetes do poder. Em Portugal, a pacata Coimbra agitava o seu sono provinciano, apupando esse vademecum de gaffes e anedotas que se referia a si mesmo como «o mais alto magistrado da nação», em Lisboa, a Universidade respondia com firmeza, Salazar caía finalmente da sua abençoada cadeira, e tudo isso ia chegando em eco amortecido às colónias como Angola, onde Nicolau, imerso no perfume acre do seu tempo, protagonizava velhos mitos gregos totalmente desconhecidos naquela África o menos helénica que se podia imaginar. Passaram mais de quarenta anos, e neste tempo de revisitação, perante um romance que procura retomar o fio de um sentido há muito perdido, questionando as balizas da interpretação histórica, e o próprio sentido contemporâneo da história, como o seu autor já fizera, de forma aforística, em Ensaio sobre o termo da História [António Vieira, Lisboa, Hiena Ed. , 1994], mas também, em grande medida, et por cause, a dimensão ética do intelectual, termino, citando uma frase de Kierkegaard sublinhada por Nicolau no exemplar de uma obra do filósofo dinamarquês que alguém deixara numa prateleira do posto médico no mato, em Angola, naquele final da década de sessenta em que decorre a acção do romance. Esta frase, vinda do século dezanove, passou pela floresta africana e chega até à consciência difícil desta pobre democracia mutilada em que vivemos, desta «democracia da absurdidade». A frase é simples e duma actualidade que queima:

. «do ponto de vista ético, a multidão é a mentira, e é mentira querer agir em função da multidão e do número, e fazer do número o tribunal da verdade».

E Nicolau, que parece ter lido os aforismos que constituem o Ensaio sobre o termo da História e, consequentemente, sabe que: «Na hora em que o cântico de Orfeu se dissipa, envolvido por sons centuplicados sem sentido e sem alma, e em que poucos ainda conseguem distingui-lo por entre o coro de sereias que, capciosas, convocam os humanos à praia desolada, parece urgente reflectir sobre o protagonista destes tempos e os horizontes fechados do futuro», sabe que chegou o tempo em que o «O Incaracterístico» se apossou «do seu destino», que «só as figuras do simulacro» adquiriram direitos, acrescenta, pela mão do seu narrador, que «A democracia cederá por toda a parte a essa tentação.», e termina, questionando se os intelectuais conseguirão resistir. in A Arte da Memória da Guerra (Fim de Império, de António Vieira) de José Manuel de Vasconcelos
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______________________________________________________âmago#4_________________________________________

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This is where it happened.

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- Somewhere in here I was born, and there I died. It was only a moment for you; you took no notice..

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_______________________________________________her absence filled the world__________________________________

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light
.~.
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______________________________________________you know something?________________________________________________

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Freud and Jung suck.
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____________________________________________you know something?_________________________________________________

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Freud and Jung suck.
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_______________ao longe por mim oiço chamando a voz das coisas que eu sei amar. e de novo caminho para o mar_____________

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________________________________________________________# Da série a Hora de Sophia.


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23:56Sofia
sim é isso....

olha existe um livro

mto simples

cartas de amor do profeta

kahil gibran

diz assim...

o amor como um riacho deve estar em constante movimento e tu fazes-me isso.

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23:57Eu
deve ser por isso que tu, minha energia renovável, és um bem escasso valioso indispensável para o futuro...
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olha, tremeu-se-me o queixo... isto costuma preceder a chorameiguice ó vida

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______________________________________________you know something?______________________________________________

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Freud and Jung suck.
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__________________________________________________âmago# 3__________________________________________________

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__________________________________________________________________This is where it happened.
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«(...) Vou contar-te o tal segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos…
O essencial é invisível para os olhos – repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
- Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… Repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
- Os homens já se esqueceram desta verdade, disse a raposa. Mas tu não te deves esquecer dela. Ficas responsável para todo o sempre por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa…» excerto d' O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry

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_______________________________________________you know something?________________________________________

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Freud and Jung suck.
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____________________________________________________ars moriendi_______________________________________






Pencil of Nature, 1844-46 de William Henry Fox Talbot





Nenhuma outra pele, textura, relevo, vinco, ruga, mancha ou odor acompanha melhor o envelhecimento da minha história do que estas páginas de vida.

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"Páginas Amarelas. Vá pelos seus dedos".. Será possível existir maior cumplicidade ? .
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___________________________________________you know something?_________________________________________________

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Freud and Jung suck.
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___________________________________________you know something?____________________________________________

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Freud and Jung suck.
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__________________________________________c/ a boca cada vez mais próxima dos joelhos_______________________________

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Se me perguntares como ando.
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Retrato a pastel, fiel, biográfico, ao contrário deste, fruto da ficção. A pintura crua, a olho nu, de Schiele, não mente.
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____________________________________________you know something?_____________________________________

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Freud and Jung suck.
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__________________________________________ woolmark, 100% handmade________________________________________

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Querido diário,________________________________________________

____________________http://www.youtube.com/watch?v=yrD1ZaNwdsU&feature=related____________________________

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_______________________________http://www.youtube.com/watch?v=bDrhT4aXh9k______________________________________________________

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http://www.youtube.com/watch?v=t2Y_Cw1Mt9g&feature=related_____

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http://www.youtube.com/watch?v=6F-TaxA4YQg__________________

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_______________________________________________________da tua,

._________________________________________________________ até amanhã.

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________________________________________________you know something?____________________________________________

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Freud and Jung suck.
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________________________________________ bleu, blanc ...et le strawberry monday_________________________________

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#Da série buuhh is lve! or when ends meet.

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Tez clara e transparente, perita a premir o gatilho bang bang!, dispara 'mais rápido do que a própria sombra', contraria as investigações biomédicas segundo as quais o prazo de validade da paixão expira passados dezoito meses e meio: "torna-se humanamente impossível suportar tamanha perturbação biológica", fundamentam. Desde que se conhece que não consegue viver de outra forma. Não é zombie, nem fantasminha, bola de ping-pong, recheio de Kinder surpresa e muito menos iogurte natural açucarado da Agros. Faz buuuh..! mas não assusta-de-morte, o que será? Gente que faz senti(n)do cujo hobby predilecto consiste em atirar a língua aos inquéritos de rua, esquivando-se às estatísticas como o diabo foge da cruz. O que seria dos factos sem a teoria que lhes dá expressão....(?)





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___________________________________________________circeu quotidiano______________________________________________

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28/09/2010 :
"O governo português precisa de medidas imediatas para acalmar os mercados", ultimato do secretário-geral da OCDE ;
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29/09/2010:

Foi-me imposto "um esforço [severo] indispensável p/ se caminhar no sentido do equilíbrio" por Eng.º José Sócrates ;


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«Portugal é tímido e ama a sua rotina; preza uma felicidade que tem de pagar pelo preço das suas submissões» in As Fúrias, de Agustina Bessa-Luís
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Freud and Jung suck.
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when you call my name it's like a little prayer i'm down on my knees i want to take you there. i hear your voice it's like an angel sighing

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De Ernesto Canto da Maya, c. 1922


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O sentimento da paixão sempre 'me foi' mais cristão que platónico. Para territórios alienáveis aos sentidos já me bastam os sacrifícios do quotidiano. Mas não sou a única praticante deste culto. Também ela o confessou, levando, no entanto, mais longe o fervor do seu voto: é católica, adora f*der e sentir-se culpada. Em suma, sinto-me aliviada por ter encontrado uma cúmplice à altura quando se trata de professar a adoração por este a'perto: o de estar perto, ou quase...
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________________estou certa de que 75,8% das mulheres concordarão comigo, 'cause we're living in a material world and i, i'm a material girl, you know that we are living in a material world and i, i'm a material girl.

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______________________________________________you know something?_____________________________________________

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Freud and Jung suck.
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__________________________________pela estrada fora amarelo adentro, uma prece_______________________________________

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Epílogo estival

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A partir do arco - íris gizado em linha [cor]recta por João Louro + memorabilia setembrina «Wow, Wow o que a malta quer é luau!» Praia da Pedra do Ouro, 09/2010.

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___________________________________________you know something?_________________________________________________

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Freud and Jung suck.
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______________________________________________you know something?__________________________________


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Freud and Jung suck.
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________________________________________________flor, em nome próprio____________________________________

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A partir da fotografia de Félix Nadar tirada a Sarah Bernhardt em 'Le Baiser'

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...foi-me dando pouco a pouco uma alegria difícil; mas chama-se alegria...


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_______________________________________________magia noctambular____________________________________________

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'Hands Painted by Picasso', 1935, por Man Ray

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Estou tão assustada que só poderei aceitar que me perdi se imaginar que alguém me está a dar a mão.

Dar a mão a alguém sempre foi o que esperei da alegria. Muitas vezes ao adormecer - nessa pequena luta por não perder a consciência e entrar no mundo maior - muitas vezes, antes de ter a coragem de ir para a grandeza do sono, finjo que alguém me está a dar a mão e então vou, vou para a enorme ausência de forma que é o sono. E quando mesmo assim não tenho coragem, então eu sonho.
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Ir para o sono parece-se tanto com o modo como agora tenho de ir para a minha liberdade. Entregar-me ao que não entendo será pôr-me à beira do nada. Será ir apenas indo, e como uma cega perdida no campo. Essa coisa sobrenatural que é viver. O viver que eu havia domesticado para torná-lo familiar. Essa coisa corajosa que será entregar-me, e que é como dar a mão à mão mal-assombrada do Deus, e entrar por essa coisa sem forma que é um paraíso. Um paraíso que não quero!

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Enquanto escrever e falar vou ter que fingir que alguém está a segurar-me a mão.
Ou, pelo menos no começo, só no começo. Logo que puder dispensá-la, irei sozinha. Por enquanto preciso segurar esta tua mão - mesmo que não consiga inventar teu rosto e teus olhos e tua boca. Mas embora decepada, esta mão não me assusta. A invenção dela vem de tal ideia de amor como se a mão estivesse realmente ligada a um corpo que, se não vejo, é por incapacidade de amar mais. Não estou à altura de imaginar uma pessoa inteira porque não sou uma pessoa inteira. E como imaginar um rosto se não sei de que expressão de rosto preciso? Logo que puder dispensar tua mão quente, irei sozinha e com horror. O horror será a minha responsabilidade até que se complete a metamorfose e que o horror se transforme em claridade. Não a claridade que nasce de um desejo de beleza e moralismo, como antes mesmo sem saber eu me propunha; mas a claridade natural do que existe, e é essa claridade natural o que me aterroriza. Embora eu saiba que o horror - o horror sou eu diante das coisas.

e é com esta magia negra e branca que a minha mão assombrada te escrevre, Clarice L.

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___________________________________debaixo da língua acima da razão outro-me aqui____________________________________

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Eu, objecto lúdico de auto-ironia.



Bluff, olhar sem que a cor dos meus olhos escuros-opacos importe, e ficar isenta de mim para ver. A regra.

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A vida e arte não passam de um jogo de máscaras, ambiguidades e equívocos do qual sai vencedor quem souber tirar proveito dos dados viciados, ou aquele que se furta à resignação, investindo[-se] no adestramento do virtuoso métier de iludir na transparência. Mas há um trunfo imprescindível neste jogo para além do savoir faire: o joker. se não conseguires ser o joker de ti mesmo estás feito. Guarda-o na cartola ou na manga e usa-o p/ quando alguém se lembrar de fazer apostas. bonne chance.
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